sábado, 22 de abril de 2017


   A 2• edição do maior festival gastronômico de Cosmópolis continua até domingo(23). Na Praça da Igreja Matriz de Santa Gertrudes os melhores foods trucks da cidade e região. 🍺🍔
Evento livre , com área de alimentação coberta (pode chover), apresentação de bandas de rock e pop music, e total segurança.
Evento organizado pela Casa da Criança de Cosmópolis, com apoio da Prefeitura e amigos da Casa. A renda da festa será revertida em obras na Casa da Criança. P.A.R.T.I.C.I.P.E, nossas crianças agradecem de ❤️
Foto Ulisses Paiva

segunda-feira, 17 de abril de 2017

FESTIVAL GASTRONOMICO


    A 2º edição do evento mais esperado da cidade está chegando. Em prol da Casa da Criança de Cosmópolis acontecerá nos dias 20,21,22 e 23/04 o “2º Food e Beer Truck”.
Na Praça da Igreja Matriz de Santa Gertrudes estarão os melhores Food Truck da cidade e região, oferecendo para você um verdadeiro festival de gastronomia e bebidas.

Todos os dias atrações musicais ao vivo, muito rock, pop music e blues no som de grandes bandas, apresentações de danças e grupos culturais de teatro. Na área de lazer, a diversão é com o famoso Virtual Roller Coaster, o Simulador de Montanha Russa.

Evento livre com total segurança e acessibilidade, praça de alimentação coberta e muitas opções para toda família.

A renda do evento será revertida em obras na Casa da Criança de Cosmópolis, sua participação é muito importante para nossas crianças. P.A.R.T.I.C.I.P.E
Mais informações e patrocínios: 3812-1611 / 3812-1119

quarta-feira, 12 de abril de 2017

109 ANOS DO MERCADÃO DE CAMPINAS

 Um marco comercial na história da região metropolitana 
Texto e fotos Adriano da Rocha

1910/ Trem da Companhia Funilense desembarcando na Estação do Mercadão de Campinas, então denominada Estação Carlos Botelho. No registro feito feita Casa Genoud, o cartão postal com circulação mundial, mostra o trem de passageiros vindo da Estação Barão Geraldo, uma das estações que antecediam a Estação de Cosmópolis

  Em 12 de abril de 1908, uma manhã de sexta-feira, há exatos 109 anos completados hoje, a Prefeitura de Campinas tomava posse do Armazém Agrícola da Companhia Carril Funilense. Depois de meses de reformas e adaptações, o prefeito Orozimbo Maia oficialmente inaugurava naquele local o Mercado Novo, o popular Mercadão de Campinas.
Surgia uma das mais importantes referências comerciais do Estado, um marco histórico não apenas de Campinas, mas na vida de milhares de pessoas da região. A verdadeira história deste magnifico prédio é quase desconhecida, assim como suas raízes com o surgimento da Cia Funilense e da cidade de Cosmópolis.


O INÍCIO DA HISTÓRIA
Localizado na baixada campineira, antiga região central, a edificação foi construída em posição estratégica, próximo as estradas que ligavam Campinas as Fazendas Santa Genebra, Rio das Pedras, São Quirino, Moro Alto (Paulínia), e Funil (Cosmópolis), propriedades dos fundadores da Funilense, Barão Geraldo de Rezende, João Manuel de Almeida Barbosa e família Nogueira.

A majestosa construção foi projetada pelo Escritório Ramos de Azevedo, a pedido do Barão Geraldo de Rezende (primo de Ramos) e da família Nogueira. A construção seguia um estilo arquitetônico que dominava a Europa, o Neoárabe. Linhas pouco vistas na Campinas do início do século 20, algo único e sem igual no interior. Campinas possuía cerca de 35 mil habitantes, distribuídos nas aéreas urbanas, rurais e distritos.
Inicialmente o prédio recebeu o nome de Luiz Nogueira Ferraz, importante fazendeiro e patriarca da família Nogueira (pai de José Paulino e Major Arthur Nogueira).

 
1910 / Um dos primeiros registros do Mercado Novo, o popular Mercadão de Campinas. Foto postal com circulação mundial feita pela renomada Casa Genoud de fotografia e impressos



PROJETO INOVADOR
O prédio com mais de 3 mil metros de construção, possuía extensa área de estocagem com capacidade para milhares de sacas. Ramos de Azevedo criou no prédio um sistema inovador de ventilação para época, preservando as produções agrícolas e mantendo um clima estável nas dependências do armazém.


Os detalhes arabescos na construção, como pequenas muralhas de um castelo medieval, visto apenas como ornamentos no prédio, constituem elaborado sistema de ventilação projetado por Ramos.
No alto dos telhados, entre as paredes de sustentação, várias saídas de ar feitas na alvenaria como janelas abertas, facilitam a entrada e a saída do ar. O mesmo sistema foi criado no Mercado Municipal de São Paulo, também projetado pelo arquiteto.

Na aérea externa do prédio, quase 7 mil metros quadrados, existia uma ampla aérea ferroviária, com estação destinada ao desembarque e estocagem das produções agrícolas, assim como aérea restrita ao embarque e desembarque de fazendeiros, barões e altos acionistas da Funilense.

Simultaneamente no mesmo período, os operários do Escritório Ramos de Azevedo construíam em Cosmópolis o complexo industrial da Usina Esther, o Sobrado Irmãos Nogueira (demolido em 2011) e a antiga Igreja Matriz de Santa Gertrudes (demolida em 1958). As obras em Cosmópolis eram todas projetadas por Ramos de Azevedo e, inspecionadas pelo nascente Escritório Dumont Villares, de propriedade da família do celebre inventor Santos Dumont.

DO INTERIOR PARA CAPITAL
A edificação servia como uma central de estocagem das produções agrícolas das fazendas pertencentes aos associados da Companhia Funilense. Os produtos estocados no local seguiam até uma estação no Guanabara, onde eram enviados pelos trens da Companhia Paulista para Capital, seguindo para o embarque e exportação em Santos.


Neste período o destaque principal era para o açúcar produzido nos engenhos da Usina Esther, puro sem refino, e o café em grãos das centenárias fazendas da região, transportados em gigantescas sacas confeccionadas de algodão. Outro destaque nos vagões puxados pelos trens, eram as produções dos núcleos coloniais da nascente Villa de Cosmópolis. Essa produção colonial, por ser perecível, era comercializada em Campinas e cidades circunvizinhas.

FUMO E ANANÁS ERAM OS DESTAQUES COSMOPOLENSES
As lavouras dos colonos germânicos, italianos e espanhóis, dos Núcleos Campos Salles, Floriano Peixoto, Santo Antônio e Nova Campinas, ganhavam notoriedade pela qualidade e a grande produção das terras. A agricultura dos núcleos tornou-se até cartão postal paulista no mundo, registros feitos por renomados fotógrafos como Guilherme Gaensly.


O destaque o cultivo do abacaxi ananás (região da Escola Alemã era a maior produtora), mandioca, algodão (Santo Antônio e Núcleo Floriano Peixoto) banana e fumo. Na produção de fumo, Cosmópolis chegou a ser uma das maiores produtoras brasileiras, mas com a expansão das lavouras de cana e o incentivo gerado pela Usina aos colonos, que tornavam-se fornecedores diretos da indústria açucareira, as lavouras foram sendo extinguidas.
 
 
2016/ Vista parcial do Mercadão de Campinas, no ponto do registro a entrada principal do complexo comercial projeto por Ramos de Azevedo


A VENDA DO ARMAZÉM
Dívidas exorbitantes com a prefeitura, inúmeros empréstimos não saldados, obrigavam a Funilense a desfazer de vários dos seus principais patrimônios. Os associados vendo o fim do sonho de criar a maior companhia carril agrícola do Brasil, começavam a abandonar o empreendimento. A prefeitura de Campinas e o poder público Paulista apertavam o cerco para o pagamento das dívidas. Ações e patrimônios da Cia eram vendidos para saldar dívidas, sócios vendiam suas partes para não ter seu patrimônio particular comprometido com as execuções fiscais.


Neste período a família Nogueira adquiriu parte das locomotivas de escoamento de produção, modernas máquinas importadas da Inglaterra, os populares trenzinhos canavieiros. No acordo feito pelo Major Arthur Nogueira, também eram adquiridas estações como a do Guatemozin, e áreas férreas construídas pela companhia nas terras da Usina.

Entre as execuções fiscais, uma marcava tragicamente a história da Funilense. Para saldar as dívidas da Funilense, o governo entrou com o pedido de leilão da Fazenda Santa Genebra, então propriedade do Barão Geraldo de Rezende, maior acionista da Cia. Em 01 de outubro de 1907, com 61 anos, o Barão cometia suicídio em seu escritório no Casarão da Fazenda. Um ato para não entregar a propriedade ao governo, a qual foi estabelecida como garantia das dívidas da Funilense.

Para quitar as várias dividas com a prefeitura e a Câmara Municipal de Campinas, o prefeito Orozimbo Maia adquiriu o armazém da Funilense, transformando o local em mercado de abastecimento agrícola, o novo mercado de Campinas. Na reforma foram criados espaços para a comercializam de produtos, divididos em blocos, assim como uma estação de embarque e desembarque de passageiros, nomeada de Carlos Botelho.

 
2016/ Local onde existia a antiga estação de embarque e desembarque da Companhia Carril Funilense. Deste ponto o trem seguia até a Estação do Guanabara, seguindo novamente para a Villa de Cosmópolis

A FALÊNCIA E O FIM DA ESTAÇÃO
   Com a falência a Fulinense, os trilhos e estações foram incorporados a Companhia Sorocabana, sendo oficialmente estabelecida em 1921. No ano de 1924, o prédio do Mercadão de Campinas extinguia a antiga Estação da Funilense (Estação Carlos Botelho). Os trilhos da antiga estação que seguiam do Mercadão até a Estação do Guanabara, eram transferidos para outra estação em construção.

A mudança criada pela Sorocabana trazia um novo trajeto aos passageiros vindos de Cosmópolis e demais cidades da malha Funilense, sendo inaugurada em 1924 a Estação do Bonfim. A nova estação recebia os passageiros da antiga malha Funilense, sendo criada para a chegada do ramal de Campinas, vindo de Mairinque. No local da Estação da Funilense, foi criada pela prefeitura ponto de carga e descarga de produtos, transportados por carroças, charretes, troles e automóveis.
Próximo ao local, as jardineiras da Auto Viação Cosmópolis, Caprioli e demais empresas de transporte, utilizavam a aérea como ponto de embarque e desembarque de passageiros.


Texto e fotos Adriano da Rocha
 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Sua ajuda faz toda a diferença


 Faça parte você também da Casa da Criança de Cosmópolis, a mais antiga instituição educacional de amparo a crianças da cidade. Com apenas R$ 10,00 mensais a sua ajuda irá fazer toda a diferencia na vida de várias crianças. .

P.A.R.T.I.C.I.P.E 


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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

FOI-SE A CHUVA, PREPARA A FAXINA...

  Depois da chuva vem a "bonança" e fica a sujeira. Chuvas do início da noite de quinta-feira (2) deixaram um rastro de destruição e prejuízos em vários pontos da cidade.Principalmente no asfalto
Donas de casa, turma da limpeza pública, amanheceram com vassouras, esfregões, pá e enxadão.

O único trator, ainda em funcionamento, está desde cedão "bardeando" pedras para tapar as buraqueiras. O buraco que era pequeno, com a chuva ficou maior.
Cosmópolis volta a suas origens históricas, de cidade universo para terra do Funil. 🌊🏊🏻😦

Asfalto virou farofa 👌🏻
  Na Avenida Marginal, região do Jardim Paineiras, a correnteza das águas chuvosas deixou o asfalto com mais buracos que a cara do ex-prefeito.
A força chuval foi tamanha, que chegou a "sulpitar" (subi pra cima) as tampas das entradas de esgoto da Avenida, espalhando os utensílios pelos quarteirões.

Milagre químico 
  Houve até noiá "estudando" fazer o milagre químico nos tampões, transformar o ferro em pedra, mas foram surpreendidos por populares. Os tampões de ferro chegam a pesar quase 50 quilos, sendo "chumbados" no chão com concreto e massa asfáltica. 😱

Centro do descaso 😵
  Seguindo o mesmo projeto urbano dos tempos que Cosmópolis era Villa, diversos pontos da região central sofreram com o aguaçal chuvoso. Sem escoamento, as águas vindas da Avenida da Saudade e bairros, trouxeram aos moradores e comerciantes semelhanças com paredão da Usina Ester.

Em vários pontos e cruzamentos das ruas Campinas, Sete de Setembro, Antonio Carlos Nogueira, houve alagamentos em casas e comércios. Os muros dos jardins da popular Praça do Coreto, pareciam as vazantes do Paredão. Ponto de táxi central foi lavado pela enxurrada. Moradores de rua, tiazonas do amor, travestis e claqueiros, usaram o coreto como abrigo.

"Gato, foi muita água. Virei homem nessa hora, sai do salto e corri. Não sou oferenda de Iemanjá pra água levar", disse Jhessyka Chicletis💋

  Um dos pontos mais críticos e calamitosos foi o cruzamento da Avenida Ester com a Rua João Aranha, a força das águas levou a farofa asfáltica eleitoreira, transformando o já existe pequeno buraco de Tonhão, em um grande buracão.
  
  Palavriando uma amiga internauta, "já não bastasse os buracos de Tonhão, a população agora sofre com os buracos formados por Pedrão". 👀😫



ZÉ Lindo

UIRAPURU PEDINDO SOCORROOOO

Lamaçal do descaso 🏊🏻
Texto Zé Lindo
  Moradores do Uirapuru estão praticamente ilhados, entra e sai do bairro rural, só quem tem trator ou tração especial no veículo 🚗


    Com as fortes chuvas do início da noite de quinta-feira (2), as águas do Rio Jaguari transbordaram, alagando as velhas estradas de terra, formando um baita lamaçal. É tanto barro que dá até pra fazer uma olaria.👀
O único ônibus que faz o transporte público no bairro atolou tentando não atolar. Veículo barreou as rodas, e só sai com ajuda de trator.🚌


Até minhoca e tatu está fugindo de passar por lá, políticos o mesmo, principalmente os "exS" da gestão passada.

Cadê a verba🤔
  O drama é antigo, já foi promessa de melhorias em campanhas, elegeu políticos com plano de governo voltado para o bairro, mas até agora nada. 😤
O curioso e revoltante, é que o governo Estadual, mandou, enviou, destinou, uma exorbitante verba para realizar o asfalto e instalar adutores de escoamento de água e esgoto. Mas...pelo barro da irresponsabilidade, a verba destinada tomou outro destino.

Pedido de socorro 🆘
 Várias fotos estão sendo divulgadas em perfis de moradores do bairro, sempre seguidas de um pedido de socorro direcionado às autoridades.
Em destaque no perfil do casal Theo Thaís Silva, moradores do bairro de chácaras, fotos impactantes registram o depois das chuvas.
As imagens feitas em um dos acessos principais do bairro, mostram a calamitosa situação do bairro. Moradores estão pedindo socorro e ajuda emergencial urgentíssima.
Douglas Douglao Pólents, o popular Polenta, morador do bairro, registrou a invasão das águas na estrada que liga o Uirapuru ao bairro Tanque Furado.
"O rio Jaguari mudou de direção. Sé loko cachoeira", declarou o músico em postagem no face .🏝







Pedrão não tá ajudando Jusé💦
Sem verba, e condições de enviar maquinários, prefeitura está esperando o barro secar para "começar" a tentar fazer algum serviço.

Fotos Theo Thaís Silva/ Polenta 
Texto ZÉ Lindo

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

RASTRO DE DESTRUIÇÃO

CUIDADO e muita ATENÇÃO motoristas e transeuntes no cruzamento da Avenida Ester e João Aranha. As chuvas levaram parte do asfalto deste trecho de constante tráfego. Buraco está coberto de água e pode não ser visto. 🌚

  A chuvarada desceu feroz no início da noite de quinta-feira (2), na Rua João Aranha, regaçando com a força das águas parte do frágil asfalto e do remendo politiqueiro (feito em ano de eleição), levando destroços até pá drento do centenário boteco da barroquinha. 🌊🌊💦
Bêbados, cachaceiros e demais frequentadores do popular boteco entraram em pânico.😱🍻
"Rapái só não caguei na roupa por que já tinha cagado. Foi muito forte a enxurrada, parecia o paredão da Usina. Eu tava sóbriu, se não, podiam dizer que era coisa du arcú, mai tá aé a prova no chão ", disse Gildemar Farias, vulgo Rapagão, apontando para as pedreiras de asfalto.





CUIDADO 
  Os motoristas que transitam no sentido viário bairro/centro devem redobrar a atenção no volante. 🚘



  O ponto da cratera gigantesca foi formado precisamente na faixa de pedestres, de fronte ao "Bar do Poker". Grandes pedaços de asfalto estão espalhados por toda Avenida e rua João Aranha. A referência de atenção é o semáforo quebrado da Avenida 🚥🚦😞
 Tem toco de asfalto até no ponto prostibulista das Tiazonas, esquina da ED+. Segundo Neide Tentação, 78 anos, ela e as amigas estão avisando os clientes do perigo do buraco deste ás 20h, quando a chuva havia apaziguado.😘
"Começo de mês, o cliente tem que ser avisado, meu Lindo. Não é por causa de um buraco que vou deixar de faturar com meus buracos", declarou a meretrícia senhora, profissional do ❤️.




Sem sinalização 🅾️
  Por falta de fita zebrada o local não está demarcado. O último rolo de fita comprado fiado pela prefeitura foi gasto para demarcar o buraco do vigia do buraco do Tonhão, e outros demais buracos Tonhistas alargados com a chuva .😫😡👀

Fotos meu celular 
Texto eu mesmo
Agradecimento a repórter Jeanete que nos envio o furo dá notícia do buraco.👍🏻