sábado, 19 de janeiro de 2013

AH SE O PASSADO VOLTASSE...

   Quem sabe se o governo diminuísse um pouco os impostos esses preços poderiam se tornar uma realidade novamente...

NOTÍCIA, INFORMAÇÃO E HISTÓRIA

  
  Parte do nosso acervo histórico agora também estará disponível para visualização no novo portal de notícias de Cosmópolis, o "Cosmo Online". Fotos que marcaram a história de Cosmópolis e que fazem parte do nosso acervo de mais de 25 mil fotos, serão publicadas semanalmente no site no quadro " Arquivo Cosmopolense". Confira a história de nossa cidade neste nosso quadro, e também os fatos que marcaram o dia dia de Cosmópolis durante a semana neste novo portal de notícias, idealizado com todo profissionalismo e respeito que Cosmópolis merece. 


Acesse e participe do Cosmo Online no link abaixo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA

Photo Cabinete Hasse, Juvenil da Rocha com 1 ano de idade. 
   Um dos criadores do nosso acervo e maior incentivador deste trabalho de amor e respeito por Cosmópolis faz aniversário hoje, o cosmopolense com muito orgulho Juvenil da Rocha. Nascido no bairro mais antigo de Cosmópolis o bairro do Pinheirinho (região do Nova Campinas), mudou-se para a nascente Vila Mariana (atual Vila Nova e Vila Kaliu) em 1948, sendo sua família uma das primeiras a construir casas na rua Monte Castelo. Em Março, seu Rocha completa 60 anos de profissão como comerciante em Cosmópolis, pioneiro em diversos setores comerciais de nossa cidade. Um cosmopolense com muita história e muitas estórias para contar, adora uma prosa e quando o assunto é Cosmópolis pode ter certeza que sempre surgem causos bons. Seu Juvenil da Rocha é filho do saudoso casal Tonico da Rocha e dona Cida Woord da Rocha, filhos de famílias pioneiras, com mais de 400 anos de história em nossa região. Em nome do Grupo Filhos da Terra, nossos sinceros desejos de um feliz aniversário, e os votos de muita saúde e como seu Rocha diz de tudo de bom e nada de ruim ao amigo hoje e sempre.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

NESTE SÁBADO E DOMINGO


 Cosmópolis sedia sábado e domingo a quinta edição do Encontro Regional de Parkour. Começa no sábado. Os treinos livres dos esportistas serão às 9 horas no Ginásio Municipal de Esportes, às 14h na Praça do Rodrigo e às 19h na Praça da Igreja Matriz de Santa Gertrudes. No domingo a partir das 9h30 acontece a 1º Mostra de Vídeos de Parkour na Secretaria da Cultura (Antigo Grêmio) e às 14h, haverá treino livre na Praça do Coreto, seguido de um workshop com Zico Correia que gravou o curta-metragem “Samparkour”, é estreado no programa “Fantástico”, da Rede Globo de Televisão, no aniversário de São Paulo, em 2009.

 O encontro terá a 1ª Mostra de Vídeos de Parkour da RMC que será realizada na Secretaria de Cultura da Cidade de Cosmópolis, com o lançamento de um outro curta metragem "O Duelo" com direção por Vitor Casemiro O filme brinca com o clima de um desafio entre praticantes do Parkour. O evento será aberto ao público, limitando somente a área para treino para os praticantes com experiência, a Mostra de Vídeos também será aberta ao público e qualquer um pode comparecer para conhecer um pouco mais sobre a prática e assistir à estreia de "O Duelo". O evento conta com apoio da Associação Brasileira de ParkOur.



  A organização do evento é do Heros Acrópole Cidade Universo, um grupo de praticantes do Parkour em Cosmópolis. Integrante do grupo, Jeferson Teixeira, destaca que esta é a primeira vez que o encontro recebe apoio do poder público. As primeiros encontros foram realizados em Campinas e o último em Jundiaí. Neste 5º Encontro, os esportistas conseguiram apoio da Prefeitura de Cosmópolis, através da Secretaria Municipal da Cultura e da Secretariaria Municipal de Esportes, além de empresários e comerciantes da cidade que estão patrocinando o evento. A Rampazzo Churrascaria, o Casinha Restaurante e a Physius Academia, a Escola Dragão Chinês, a Foco Design Criativa de Cosmópolis e a JAF Gráfica Rápida são patrocinadores do 5º Encontro Regional de Parkour em Cosmópolis.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

DIA DO COMPOSITOR

  Hoje dia do compositor, e nesta data nossas lembranças e saudades de dois grandes compositores cosmopolenses, Paulo de Queiroz e Crecêncio Decreci. Paulo de Queiroz ficou conhecido em todo o Brasil e no mundo por suas composições e principalmente pelas versões de músicas italianas, francesas e inglesas, consagrado pela versão do sucesso "Dominique" da freirinha que canta Jeannine Deckers, que na versão de Paulo foi gravado pela cantora Giane. Cantores como Agnaldo Rayol, Ângela Maria, Roberto Carlos, entre tantos outros, tinham Paulo de Queiroz como seu compositor preferido. Paulo faleceu em um desastre de carro em 1965, que vitimou na mesma tragédia o compositor Teddy Vieira criador do clássico "O menino da porteira". Crecêncio Decreci, popularmente conhecido no meio artístico e pelos amigos de Cosmópolis como Zé Tiguera e Crichê, foi administrador da Usina Ester durante muitos, e nas horas vagas um excelente compositor do gênero caipira, ficou conhecido e imortalizado na memória dos cosmopolenses pelo toada "Dois destinos", gravado na década de 70 pela dupla nogueirense Acácio e Cacinho, toada que contava a história de uma tragédia que vitimou dois irmãos nas águas do rio Jaguari. Saudoso Zé Tiguera é uma figura muito lembrada e querida por todos, não apenas por seu talento como compositor mais também pelos gestos de bondade que sempre marcaram sua vida. Nossa homenagem neste dia a estes dois vultos de nossa história que orgulham Cosmópolis por suas composições.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

LUTO CAIPIRA

Morre Pitangueira
 Faleceu nesta Sexta-feira em São Paulo, aos 85 anos, Euclides Damico, o Pitangueira da dupla Zé Fortuna e Pitangueira. Paulista da cidade de Itápolis, Pitangueira formou com o irmão Zé Fortuna, uma das duplas mais consagradas da música sertaneja, e que durante mais de 40 anos se manteve fiel a este estilo, no qual a dupla se tornou conhecida por inúmeros sucessos. José Fortuna, faleceu em 10/11/1983, e iniciou dupla com o irmão na década de 50, depois de terminar dupla com o parceiro Piracicaba, surgia então a parceria com o irmão Euclides que se chamaria Pitangueira, e ao lado do sanfoneiro Zé do Fole, se formava o trio Zé Fortuna, Pitangueira e Zé do Fole. Nestes mais de 40 anos de carreira interrompidos em 1983 com a morte de Zé fortuna, o trio emplacou diversos sucessos como: Paineira velha, Esteio de aroeira, Valsa dos noivos, Lembrança, Retalhos de amor, Flor do Baile, Selo de sangue, Cavalo branco, Avenida Boiadeira, entre tantos outros consagrados pela dupla, e inúmeros outros grandes sucessos compostos por Zé fortuna para outras duplas, como as versões "Meu primeiro amor e Índia"  imortalizadas pela dupla Cascatinha e Ínhana.  

Abaixo alguns videos que contam um pouco mais da história desses dois descendentes de italianos, que se tornaram consagrados no Brasil e no mundo por seus sucessos.






A história da dupla em Cosmópolis.

  O trio Zé Fortuna, Pitangueira e Zé do Fole, esteve em Cosmópolis por diversas vezes, e antes da formação com o irmão Pitangueira, Zé fortuna se apresentou com sua primeira dupla Zé Fortuna e Piracicaba. O trio foi um dos maiores recordes de público em Cosmópolis em todas suas apresentações, sempre circo lotado e com várias sessões, se apresentando nos circos Estrela D'alva, Guaracy, Irmãos Almeida e no circo de propriedade dos irmãos a "Cia de circo e teatro Os Maracanãs".  Um dos motivos do sucesso da dupla em Cosmópolis não era apenas seus grandes sucessos musicais, mas também os dramas que a dupla apresentava no circo. O drama era o nome dado às apresentações teatrais nos circos, por serem sempre histórias de tragédias, brigas de amor, e exaltando nas apresentações e nos enredos os dramas da vida, por este motivo o nome de drama a essas apresentações, que se tornaram tão populares em todo o Brasil há décadas passadas. Os Maracanãs, slogan do trio, apresentavam diversos dramas referentes aos seus sucessos musicais, todos dirigidos e adaptados aos atores pelos próprios irmãos Fortuna, existia um grande elenco que fazia parte da Cia de teatro Maracanãs, e a própria dupla também interpretava papeis de mocinho, a vilão, e papeis cômicos como o Bepê Italiano interpretado pelo Pitangueira, aos malandros diversos interpretados por Zé fortuna. Grandes cartazes cosmopolenses que até hoje ainda são lembrados foram os dramas "A lenda da valsa dos noivos" e "A justiça de um filho", outros também fizeram grande sucesso como Selo de sangue, Última Valsa, e o "Conde". No final da década de 60, os irmãos criaram a "Cia Oceania de rádios", que fabricava aparelhos de rádios. Em algumas sessões eram sorteados ao público como presente um rádio portátil da marca Oceania, onde a sintonia era automática no programa da dupla na Rádio Record. A última apresentação do trio em Cosmópolis foi no ano de 1978, no bairro do Vila Nova, nas proximidades onde hoje é a Igreja Assembleia de Deus. Um dupla que traz saudade a todos os ouvintes com suas canções que marcaram época e fizeram história não apenas em Cosmópolis, mas em todo o Brasil.

Adeus amigo Pitangueira, que esteja ao lado do maninho Zé fortuna, cantando em dueto as belezas da terra ao criador. Aqui na terra sempre serão imortais através de suas obras, que a gerações se perpetuam onde existir um caipira ou um apreciador da boa música brasileira. Descanse em paz velho guerreiro.
Compadre Ancermo

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

DIA DO FOTÓGRAFO

O pai da fotográfia cosmopolense.
Texto Adriano da Rocha
Fotos Acervo Cosmopolense e Família Hasse

Guilherme Hasse e sua "maquina retrateira" como era conhecida pela caipirada.

Retratista, fotógrafo, ou na escrita antiga photographo. A arte da fotografia, de perpetuar um momento através  de uma foto, foi durante décadas muito bem representadas em Cosmópolis por Guilherme Hasse, um fotógrafo que estava além de seu tempo, criador de técnicas para a captura da imagem, e de técnicas únicas para a colorização de fotos, recriando as cores nas fotos em preto e branco com tal maestria que as tornavam verdadeiras obras de arte, peças únicas a cada nova produção. Guilherme exercia a profissão de retratista como era chamado na época, não apenas como um meio comercial de ganhar dinheiro, mas sim um amor incondicional pela arte da imagem, uma razão para viver, que o acompanhou durante mais de 70 anos como profissão, eternizando através de suas obras fotográficas a vida de cosmopolenses de todas as classes sociais, do mais rico empresário ao simples caboclo boiadeiro, ao colono da Usina Ester, ao imigrante alemão dos núcleos coloniais. Guilherme Hasse se destacava por sua simplicidade e o jeito de tratar a todos os clientes, facilitando o pagamento da esperada foto de casamento, na sociedade da época a foto matrimonial era como um documento, que chagava a ter mais valor para a família dos noivos que a própria certidão emitida pelo cartório. A foto comprova a todos os olhos o casamento, era a união registrada através da imagem, em uma sociedade de maioria analfabeta as escritas do cartório representavam apenas o valor legal do matrimonio, a foto representava a união oficializada, e eternizado o momento na imagem. A foto do casamento era única, confeccionada sobre cartão que era emoldurado para se colocar em local de destaque na casa dos noivos, e em cartão para ser entregue aos familiares dos noivos, pais, irmãos e padrinhos. O cartão confeccionado por Guilherme era onde a foto ficava guardada, uma espécie de álbum único, contendo a foto muito bem exposta em papel especial e cuidadosamente guardada entre papeis de seda.


1977... Guilherme Hasse e sua esposa Clara Elza Mielke, em seu aniversário de 82  anos.

 Guilherme Hasse nasceu na Alemanha em 19 de Setembro de 1895, e com seis meses de vida embarcou com os pais  Ida Fiedler e Gustav Hasseem um navio com destino ao Brasil. À família já vinha encaminhada junto com outros imigrantes alemães e suíços para o Núcleo Colonial Campos Salles, que futuramente anos mais tarde com a chegada de imigrantes de vários lugares do mundo se tornaria a "Vila de Cosmópolis", distrito da progressista terra das andorinhas a cidade de Campinas. Em Cosmópolis um tio de Guilherme, Franz Fiedler, abriu um estúdio fotográfico próximo à estação de trens da Funilense, o menino cresceu admirado com o trabalho do tio, que na sua adolescência lhe ensinou o oficio que o tornaria um mito em Cosmópolis e toda região. Seu trabalho se tornava conhecido junto ao crescimento da vila, fotos de casamentos, carte de visite, e sua especialidade durantes anos o "Carte Cabinet", que eram fotos elaboradas em seu gabinete fotográfico com fundos criados artisticamente por ele mesmo, que traziam a ilusão de um esplendoroso local devido à ilusão ótica criada pelos fundos.

1930...Avenida Esther próximo do antigo Stúdio Hasse de Photografica, um dos vários registros fotograficos feitos por Guilherme Hasse da Avenida Esther.
Década de 60, Silvino Torres na sanfona e Guilherme Hasse com seu violino.

  O fotografo renomado em toda a cidade e região, também era músico, ou como se dizia na época "musicista”, e se destacava em seu instrumento o violino e como cantor. Foi um dos regentes da "Sociedade de Canto Campos Salles", coral conhecido em toda região pelas obras musicais religiosas da comunidade Luterana, fundada em Cosmópolis em 1896 com a chegada dos primeiros imigrantes alemães ao Núcleo Colonial Campos Salles. Guilherme era dono de diversas composições no campo religioso, que exaltavam a liturgia Luterana a qual foi criado, e obras musicais populares que faziam grande sucesso em Cosmópolis nas décadas de 20,30 e 40 com seu Jazz Band, composto por imigrantes alemães e trabalhadores da Vila de Cosmópolis. Foi professor de violino, ensinando diversos alunos à arte musical em seu estúdio de fotografias na Avenida Ester, que ficava próximo à antiga rodoviária, entre as casas dos funcionários da Cia Sorocabana. Guilherme Hasse faleceu em Cosmópolis em 1978, aos 82 anos, deixando um acervo pessoal e popular incalculável, milhares de obras fotográficas que retratam a vida do cosmopolense, a história de Cosmópolis dos tempos de Vila, distrito, a cidade.

  Nesta postagem uma singela homenagem no dia do fotógrafo a este que foi um dos pais da fotografia cosmopolense, um mestre na arte da fotografia e na arte musical. Sua obra sempre será lembrada, pela grandiosidade e a perfeição nos detalhes e técnicas criadas por ele. Em breve estaremos contando um pouco mais sobre este cosmopolense que tanto orgulhou nossa cidade, e eternizou nossa terra através de seus olhares.


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domingo, 6 de janeiro de 2013

DIA DE REIS

Tradição caipira da Romã
    Na data de hoje, dia 6 de Janeiro, a tradição do caipira Paulista traz a consagração aos três Reis Santos, Gaspar, Baltazar e Belchior. A data simboliza o fim das janeiradas e festas de reis, momentos de fé, tradição, e bênçãos, um ciclo que se finaliza na data de hoje, para se começar outro ciclo com a semana santa. Um tradição bem popular no interior Paulista é começar o dia 6, tendo  a primeira refeição as frutinhas de uma romã, separando   seis "carocinhos", para serem  guardados durante todo o ano novo; sempre dentro da carteira, envoltos de um papel com os nomes dos três Reis Santos. Um patuá ,que segundo o costume e a fé do caipira, traz prosperidade e saúde, simbolizando os presentes dados pelos reis magos ao Menino Jesus. Tradição, fé ou superstição,  que os três Reis Magos abençoem a todos, e intercedam junto a Deus a todos nos para um ano próspero de muita coisa boa, principalmente saúde.




   "A romã na mesa do Paulista da cidade ou do sítio. é  fruta sempre vista  na mesa, frutinha de um azedinho que na sabedoria do velho caipira Paulista traz sorte e espanta os "már infortúnio" da vida. No quintal ou na entrada da casa, é costume o plantio de um pezinho de romã, a muda de fácil plantio, cresce rápido, floresce o ano inteiro, e seu fruto cresce e madurece rápido no pé. Sua florada enfeita e perfuma o quintal, sua flor que "varéia" do amarelo para o laranja, é alegria do beija-flor e borboletas. Seu fruto é cobiçado pela passarinhada, sábias, sanhaços, e principalmente o malandro pardal, adoram essa frutinha tão viçosa. 

   A história da  romã,  um dia aprendi com minha, história contada para ela, por sua bisavô (no caso minha tatataravó).  Dizia sua sabedoria caipira,  que a romã é uma fruta consagrada aos ReisMagos, por isso nascia com uma coroa, e suas cores o vermelho da casca e o verméinho dos frutos misturado com o branco das gomas, é a cor usada pelos reis em seus mantos, e a coroa das majestades segue o formato da coroazinha da romã. 

  A história da romã é muito antiga,   antes de Anchieta, Borba Gato e Anhanguera, sua história de certo  foi consagrada quando  perto da manjedoura onde nasceu Nosso Senhor, um pezinho de romã formou. 

  Os três reis santos que chegavam do Oriente para ver o filho de Deus,  não encontraram  mesa posta com comidas de fino preparo, o único alimento que existia  para o sustento, era a frutinha da romã, colhida por São José  naquela árvinha do quintal. 

  Por Deus a fruta foi consagrada, representando na  fartura e união dos seus pequenos frutinhos, e na coroa que enaltece a fruta, que um rei somente é Rei  através da união de seu povo. 

  A romã não amadurece fora do pé, e por mais que tentem forçar o seu madurá, os frutos não prestam e,  se aroxeiam antés de vingar.

  Esse  madurá por vontade de Deus, representa  que um Rei mesmo com a união do povo, somente será Rei e seu governo bom será, se Deus assim permitir e seu reinado abençoar''.

                                                           Texto  Compadre Ancermo

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PHOTOGRAFIAS...

Texto e foto Adriano da Rocha
1916...Avenida Esther esquina com a Rua dos Expedicionários. Até a década de 40 a Avenida Ester terminava na rua Max Herget (Esquina com o antigo Cine Teatro Avenida), que era conhecida como porteira da Usina. A porteira dividia as terras da então Vila Cosmópolis as terras da Usina Ester, a porteira ficava no meio da atual Rua Max Herget ao lado direito da calçada do Cine Teatro Avenida (demolido em 2011). Com o loteamento de terras feito pela Usina na década de 50, a porteira foi demolida e se tornou continuação da Rua Max Herget, se estendendo até a Avenida Centenário.


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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

AINDA ONTEM...

Texto e foto Adriano da Rocha

Duas fases do mesmo local. 22/03/1934, inauguração das Casas Pernambucanas na Vila de Cosmópolis, um momento esperado por muitos moradores da pequena vila pertencente a Campinas, e temido por grande parte dos comerciantes locais, gente simples que vivia da venda aos moradores da vila, colônias da Usina e sitiantes. A loja não durou muito tempo, devido a uma jogada de mestre dos comerciantes locais, que compravam produtos da própria Casas Pernambucanas em Campinas, e revendiam em Cosmópolis com uma diferença menor no preço, o que acabou falindo a Pernambucanas da Vila, e até hoje se mantendo um mistério de como o preço era mais baixo nas pequenas casas comerciais da Vila. Tá aé o segredo, da união dos pequenos comerciantes que se tornaram fortes e quebraram a famosa grande loja que traria a falência esperada de todos. A ideia surgiu do comerciante Jacinto Fren Aun, e trouxe a salvação não apenas de sua loja que ficava na frente da temida loja, mas sim de todos os comerciantes.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

EM CADA OLHAR UMA SAUDADE...

Texto e foto Adriano da Rocha
 1965...Estádio Thelmo de Almeida, entre as ruas Moacir do Amaral e Campinas . Cada olhar de cada geração, ao ver essa foto sentira uma saudade, uma lembrança diferente. As gerações mais antigas, os vovôs, lembraram dos jogos do Cosmopolita Futebol Clube, as disputas de domingo que paravam toda a cidade, fosse vila ou colonia desde 1915. Outros papais e mamães lembraram dos jogos das décadas de 60 e 70, mas principalmente dos grandes desfiles civícos e de aniversário da cidade, que iniciavam na Avenida Ester e enceravam com grande fanfara e honrarias no velho estádio. Os titios e também papais, lembraram da década de 80, dos grandes shows realizados no estádio, e também dos vários parques que até o inicio da década de 90 se instalavam no grande terreno do estádio. Outras gerações hoje com menos de 20 anos, olharam para essa foto com curiosidade, reparando nos Flamboyant em destaque, os grandes refletores, e apenas através de registros como este, saberão que este foi um dos primeiros estádios do Brasil, e estádio de uma das primeiras sociedades esportivas do Brasil, o Cosmopolitano Futebol Clube.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

HÁ 68 ANOS ATRÁS...

COSMÓPOLIS, 01 DE JANEIRO DE 1945

Acervo Adriano da Rocha
   Convite à população do novo município paulista, a cidade de Cosmópolis, para as festividades de posse de seu primeiro prefeito Dr Moacir do Amaral e o vice Caetano Achiles Avancini.

Há exatos 68 atrás, Cosmópolis acordava com uma grande alvorada de fogos. Ao som da Corporação Musical de Cosmópolis, as festividades se iniciavam no coreto da Praça Major Arthur Nogueira, e seguiam mais tarde, para a Igreja de Santa Gertrudes, onde se iniciava as 10 h. uma missa campal abençoando os primeiros representantes do executivo municipal .
Em foto simbólica Dr Moacir do Amaral recebe de seu vice Caetano Achiles Avancini a chave de Cosmópolis. Registro fotográfico feito no antigo salão de festas do Cosmopolitano Futebol Clube, que na noite do dia 01/01/1945 realizava um grande baile em comemoração da posse do primeiro prefeito de Cosmópolis, como anunciava o panfleto no inicio da postagem..
 Em 2012, na matéria postada em comemoração ao aniversário de Cosmópolis , confira o resumo do dia de hoje, há exatos 68 anos atrás. Confira no link abaixo :