terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Olha a noite...

 


🌙
Contrastes cosmopolenses, nuances do poente do sol e chegada da lua, realçando com as iluminações de LED da Estação de Tratamento de Água, a ETA da Represa Pirapitingui. Neste histórico prédio, construído nos anos 1970, são realizadas as captações, tratamento químico e a distribuição de água para Cosmópolis.

✔Registro fotografado na sexta-feira (08), utilizando um caiaque sobre as águas da Represa, margeando os dutos de captação.

📸Guardiões da Represa

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Luto nogueirense

 Adeus Dona Cida Boer

🙏🖤

➡️Triste notícia ao povo nogueirense, principalmente aos radialistas e jornalistas, considerada como uma mãe, fraternal avó, para inúmeras gerações de profissionais.



Faleceu na noite de domingo (10), aos 97 anos de idade, a nogueirense Aparecida Boer de Oliveira, a estimada ‘Dona Cida’.
As despedidas acontecem no Velório de Artur Nogueira, localizado ao lado do Cemitério Municipal, com sepultamento previsto para às 14h30.

🖤Dona Cida do rádio e jornal
A querida ‘Dona Cida’ estava internada no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Cosmópolis, tratando de uma pneumonia, não resistindo aos agravamentos da doença e falecendo.
Natural de Artur Nogueira, é filha de uma das mais numerosas e antigas famílias do município, marcante pelos trabalhos agrícolas em diversos bairros, sendo viúva do saudoso Fausto de Oliveira, conhecido pelos trabalhos de consertos em fogões, e a excepcional habilidade com as manutenções de velhas motos.

Moradora da região central de Artur Nogueira, residiu durante mais de 50 anos na rua São Sebastião, onde sua residência foi uma referência para inúmeras gerações de profissionais do rádio e jornal, aos artistas de diversas áreas.

O carinho dos profissionais, os quais recebia com afeto e carinho de uma mãe, surgiu pelo empreendedorismo da filha Fátima de Oliveira, a renomada ‘Fátima da Rádio’, ao instalar o jornal semanário Folha da Semana e Rádio Cabocla FM, localizados do lado da sua residência.

Dona Cida deixa as filhas Fátima de Oliveira, Amanda e a neta Luísa, assim como uma incontável família de netos e filhos de coração, profundamente entristecidos pela notícia do falecimento.

Na página oficial da Cabocla FM, emissora que completou 35 anos em novembro, centenas de mensagens enlutadas homenageiam ‘Dona Cida’, expressando com muito carinho sobre a popular nogueirense, extremamente querida na cidade.

Uma triste perda para Artur Nogueira e região, mas confiantes nos desígnios de Deus, o descanso pelas dores dos últimos anos da vida.

A fervorosa e caridosa Católica, reconhecida pela filantropia e ações de amparo aos necessitados, sempre realizadas em total anonimato, receberá do Criador o merecido descanso em seu Reino.

Adeus ‘Vó Cida’, nossa eterna mãe dos radialistas, jornalistas e artistas da região.

📸Foto acervo familiar

Você lembra do Pachola?

Memória comercial


🍛
🍻🥃
➡️Um raro registro fotográfico do lendário Pachola, ilustre comerciante campineiro, personagem de incontáveis histórias, sobretudo as memórias pessoais de cosmopolenses. A imagem ilustrou uma matéria especial do jornal Correio Popular, publicada em 1989, há exatos 34 anos.

Um personagem marcante nas vidas de inúmeras gerações da região, especialmente os moradores de Cosmópolis, seus fregueses cativos nas paradas, baldeações e visitas ao ‘Mercadão de Campinas’.

➡️Pacholas

Em destaque, o comerciante Ermírio Garcia, o famoso Pachola, proprietário do box 63, o histórico ‘Bar e Restaurante Pachola’, entre os estabelecimentos mais antigos de Campinas, funcionando ininterruptamente durante mais de 100 anos.

O estabelecimento foi referência comercial e histórica no Mercadão, integrado com a fundação do complexo comercial, notabilizado pela gastronomia típica paulista, comida popular e regional, com tempero único e familiar.

Em mais de 100 anos, o bar foi comandado pelo velho Pachola e suas gerações, assumindo os postos da gerencia o 'Pachola Filho' e outras 'Pacholas' das últimas gerações de comerciantes, até a venda do ponto e reestruturação do espaço.

🚂Um local com muitas histórias🍛🍻
Desde os primórdios do Mercadão nos anos 1900, o surgimento como ‘Armazém Central da Carril Agrícola Funilense’, o pequeno estabelecimento foi ponto de encontro de cosmopolenses, principalmente os moradores dos complexos coloniais da Fazenda Usina Ester.

O ponto de embarque e desembarque dos trens da velha Funilense, ‘Cia Sorocabana’, as icônicas jardineiras da Auto Viação Cosmópolis, ficava localizado nas imediações do Mercadão, funcionando até mesmo uma plataforma exclusiva para as locomotivas, a extinta estação Carlos Botelho, desativada nos anos 1910.

As paradas, baldeações e embarques marcavam o Mercadão como referência aos cosmopolenses e ‘vilas da Funilense’, sendo o Bar do Pachola o ponto de encontro preferido dos moradores.

Um estabelecimento simples, aos moldes dos antigos bares campineiros, oferecendo comida saborosa e popular, vendida ao preço justo, até mesmo disponibilizando o crédito ‘fiado’ aos trabalhadores da Usina Ester, possuindo cadernetas exclusivas para os pagamentos mensais.

🍛Virado e bolotas de bacalhau
Entre os destaques do cardápio, exposto na parede de entrada, escrito no giz em lousa preta, picadinho de carne, dobradinha, e o famoso pelo virado paulista do Pachola, caprichado na ‘mistura suculenta’ de carne bovina, torresmo e linguiça pura, e as ‘bolotas de bacalhau’, uma generosa iguaria do estabelecimento, ‘salgadinho’ típico das vilas campineiras.

🔎Você tem histórias familiares do Bar do Pachola❓

📸Foto Acervo Centro de documentação da Rede Anhanguera de Comunicação / recolhido pelo grupo Campinas de Antigamente

sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Padroeira de Campinas e suas Villas


 08/12 - Dia de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira Católica de Campinas e ‘villas’ campineiras

➡️Há 80 anos passados, a data de 08 de dezembro era oficialmente um feriado religioso em Cosmópolis, marcado pelas devoções Marianas, realçadas pelos terços e missa campal no ‘Largo da Matriz, e as tradicionais procissões pelas ruas da via, a popular ‘procissão das luzes’, realçando as festividades de Natal.
Até 1943, a data foi incorporada como feriado no então distrito de Cosmópolis, pertencente ao território campineiro desde a elevação como distrito de paz em 1900, e os desbravamentos no fim do século 17. O motivo do feriado religioso, é a celebração da data à Nossa Senhora da Imaculada Conceição, Padroeira de Campinas.
Os distritos campineiros de Cosmópolis, Arthur Nogueira, Paulínia e Americana, seguiam a comemoração municipal, mesmo os distritos possuindo suas próprias Padroeiras na fé Católica.

Em 1944, com a emancipação política e administrativa de Cosmópolis, popularmente a comunidade Católica começou a celebrar a data 16 de novembro, decretando a data como o ‘Dia da Padroeira de Cosmópolis, Santa Gertrudes de Helfta.

Embora não sendo oficializada como feriado municipal, até o fim da década de 1960, a data 16/11, era celebrada como feriado entre os membros da comunidade Católica. Atualmente a cidade possui somente um feriado municipal, o ‘Dia do Município’, emancipação política e administrativa, comemorado em 30 de novembro.

Na sequência, uma publicação da página ‘Campinas de Antigamente’, sobre a data consagrada a Padroeira de Campinas, destacando a imagem original da Catedral.

Uma curiosidade, todo o madeiramento do templo, sobretudo os adornos dos altares, bancos e portas, foram confeccionados com madeiras vindas das terras cosmopolenses, principalmente das espécies cedro, jacarandá paulista e peroba rosa.

“Pode-se considerar que a escolha de Nossa Senhora da Conceição como Padroeira da Diocese de Campinas aconteceu automaticamente.

A cidade de Campinas surgiu da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas, com a vinda de imigrantes portugueses que trouxeram essa devoção para a região.

Foi grande em Portugal a devoção à Virgem Nossa Senhora da Conceição, tanto que em 25 de março 1646, o Rei Dom João IV a tomou como Padroeira do Reino de Portugal.

Ordenou, também, que os estudantes na Universidade de Coimbra, antes de tomarem algum grau, jurassem defender a Imaculada Conceição da Mãe de Deus.

O surgimento de Campinas é anterior a 15 de setembro de 1772,
data em que o Cônego Antônio de Toledo Lara, então responsável pelo expediente da diocese de São Paulo, pede informações ao vigário de Jundiaí, Padre Inácio Pais de Oliveira, sobre o pedido de construção de uma Capela nesta paragem.

Em 22 de setembro de 1773 foi dado o auto de “vistoria e demarcação” pelo então Vigário de Jundiaí para a construção da Capela de Nossa Senhora da Conceição.
A primeira Missa foi celebrada no dia 14 de julho de 1774, por Frei Antônio de Pádua, Vigário interino da nova Paróquia, sendo esta considerada a data oficial da fundação de Campinas.

A primeira capela, que deveria servir provisoriamente como igreja matriz, foi edificada no local onde se encontra atualmente o monumento-túmulo de Carlos Gomes (Praça Antônio Pompeu, denominação atual).

Essa capelinha era estreita e baixa e, segundo a tradição, coberta de sapé, tendo servido de sede da paróquia até o ano de 1781. No dia 25 de julho de 1781 foi inaugurada a nova Matriz, onde é hoje a Basílica Nossa Senhora do Carmo, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição das Campinas.

No dia 26 se transladou a imagem da Padroeira da primeira capela para esta Igreja nova. Em 18 de abril de 1870 o ato do presidente da Província, Dr. Antônio Cândido da Rocha, dividiu em duas paróquias a única de Nossa Senhora da Conceição de Campinas.

A Paróquia do lado do Norte foi denominada de Paróquia de Santa Cruz de Campinas e teve por sede a Matriz Velha; a do Sul foi denominada Nossa Senhora da Conceição de Campinas e teve por sede a nova matriz,
sendo que, por não estar concluída, serviu por Matriz a Igreja do Rosário.

A Matriz Nova de Nossa Senhora da Conceição foi inaugurada no dia 08 de dezembro de 1883, após 76 anos do seu início.

Com a criação da Diocese de Campinas, em 07 de junho de 1908, a Matriz Nossa Senhora da Conceição foi elevada ao título de Catedral”.

📸Foto Acervo página Campinas de Antigamente

quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Nuances

 


🌤🌈
Nesta quarta-feira (06), registros de nuances incríveis nos céus cosmopolenses, contrastando em diversos pontos da cidade. Será chuva, temporal chegando, ou mais calor?








📷 Antonio Waldir Barboza Franco

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

FALECIMENTOS

 

🙏🖤
26/08 - Cecilia Mengue Baptista de Barros – 90 anos - viúva.
26/08 - Ivanilda Davila de Freitas Scardoa – 59 anos - viúva.
26/08 - José Artur da Silva – 74 anos - viúvo.
26/08 - Vlademir José Affonso -47 anos – solteiro.
31/08 - Maria Euphrasio de Freitas – 84 anos - viúva.
01/09 - Eraldo Malachias – 60 anos – separado.

Falecidos sepultados no Cemitério da Saudade em Cosmópolis-SP
O Acervo Cosmopolense expressa os sinceros sentimentos aos familiares e amigos!

“Lembrar com amor de quem se foi é uma das mais belas formas de homenagem. Guarde-a com carinho em seu coração”.

Publicado na edição impressa do semanário “Gazeta de Cosmópolis”